8.1.07

Escuta, minha mãe


Sou VIDA que começa, por meu mal!
Tem piedade, tem, minha mãe querida,
não sejas assassina pré-natal!

Matar, a Deus pertence, minha mãe,
eu eu não quero morrer!... Que mal te fiz?!...
Antes não ser gerado!... Antes, também,
não fosses tu gerada, ó infeliz!...

Escrito, e claro, está: «NÃO MATARÁS»,
e Moisés legislou acerca do aborto (Ex21:22-25)
(se abrires a tua Bíblia, lá verás!);

esta «coisa», portanto, tal qual é,
PELO TEU QUERER, SERÁ TEU FILHO MORTO!!!
Minha mãe, minha mãe... tu, não tens Fé!...


Pinho da Silva

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Este poema chegou-me ao e-mail pela mão do próprio autor, Humberto Pinho da Silva, que parabenizo em público. De uma maneira muito eloquente, musicalizada e, acima de tudo, com sentimento, Pinho da Silva conseguiu expôr o que sentem os cristãos acerca do aborto.
Um abraço em Cristo


No blog: Fides intrépida

6.1.07

Acenda uma vela contra a pornografia infantil




A luta contra a pornografia infantil na Internet está a correr o mundo através da campanha «on-line»: “Acenda um Milhão de Velas”. O objectivo é conseguir o máximo de assinaturas “para pressionar políticos, instituições financeiras, fornecedores de serviços de Internet e companhias de tecnologia a eliminar a viabilidade de existência de uma indústria de pornografia infantil na web”.

Para quem quiser ajudar nesta causa, que afecta mais de 20 mil crianças diariamente, a mensagem da petição é clara: “Nós não precisamos do seu dinheiro, apenas queremos que acenda uma vela. Eles têm o poder de trabalhar juntos. Nós temos o poder de faze-los agir”.
Acender o primeiro milhão de velas em menos de quatro meses era o objectivo inicial da campanha, propósito que foi conseguido em menos de 60 dias. Para participar basta aceder ao sítio oficial da petição e deixar o seu nome, nacionalidade e endereço de correio electrónico.

Indústria multimilionária
A petição está a ser acompanhada por um vídeo, que anuncia os dados mais importantes sobre a pornografia infantil na Internet. Actualmente “existem mais de 100 mil sítios, que publicam cerca de um milhão de imagens de adolescentes e milhares de crianças a serem sujeitas a algum tipo de abuso e exploração sexual”.
O vídeo revela ainda que a pornografia através da Internet é uma indústria multimilionária, estimando-se que movimente verbas muito superiores à venda de música «on-line».


Assinar Petição

Assinem e divulguem, é por uma causa mais do que justa.

Enfim, coisas da vida ...

No blog: Um blog sobre a vida

5.1.07

Esta do poligrafo é boa! Porque não?




O POLIGRAFO: o remédio mais eficaz. A solução para acabar com a praga dos divórcios!!!

No blog: Padres inquietos

Se foi a direita ou a menos direita


É saboroso acordarmos e avistarmos algo estranho do lado de lá da porta da entrada, abrirmos a porta, abrirmos o saco e darmos de caras com uma prendinha de alguém anónimo, alguém que sabemos ser da paróquia, que sabemos amar-nos, mas que cumpre aquilo do dar sem que saiba a esquerda. Foi assim no dia de Natal. Mais tarde, tal como um ou dois dias antes, outros embrulhos com nome. A Maria, O António, A Dolores, o António outra vez, entre outros. Claro que são nomes fictícios, porque é mais importante o dar com a direita sem que saiba a esquerda. Para mim contam, mas para o caso não contam os nomes. O gesto diz deles o que o amor diz de Deus. E o que me traz aqui estas palavras nem é esta questão. São as questões das prendas. Imaginem que oitenta por cento das prendinhas amigas que recebi dos meus paroquianos foram garrafas e garrafas, bebidas finas, coisa e tal, vinhos do Porto, Whisky, Licores, Vinho de mesa, champanhe. Tenho uma série delas por arrumar em cima da mesa da cozinha. E não percebi o que me quiseram dizer. Precisas de outra cor? Precisas tornar-te um homem? Não sei que hei-de dar, por isso dou algo que os padres devem gostar? Ele junta-se muito com os amigos? Queremos vê-lo alegre? A vida do padre não tem sabor? É uma boa companhia? Não vai precisar de sair de casa para a apanhar? Queremos que ele nos faça as vontades e é meio caminho andado? Ou Somos tão amigos seus que lhe damos o que para nós seria a melhor prenda? Ou ainda, é apenas um gesto, se fosse roupa não tínhamos medidas e certeza de gostos, se fosse biblot não fazia falta, se fosse comida, não é tempo disso, se fosse um livro, deve ter muitos e não sei escolher, se fosse… o que é certo é que tenho gente que me ama, sem que para mim interesse se foi a direita, se há-de ser menos direita a que me mostra o seu amor!

Mesmo assim gostava de saber...


No blog:http://eupadre.blogspot.com/" Confessionário de um padre

3.1.07

Devo o meu filho à minha mãe


A discussão foi acesa. Não nos zangámos. Mas fiquei triste. Sobretudo porque no meio das palavras amigas e sinceras de parte a parte denotei pouca informação e apenas a informação da televisão, aquela que há mais de dois anos tem aparecido numa campanha desenfreada pela liberalização do aborto. Não quero falar do meu respeito ou compreensão pelas opiniões diferentes da minha nem pelas mães que optam por uma atitude destas. No entanto o meu rosto enrugado provocou nos amigos, sobretudo num deles, algum desconforto. Digo-o pela mensagem que me enviou no dia seguinte. Mas a história, se quisermos dar-lhe esse atributo, veio depois da discussão e da mensagem. O amigo porventura dialogou com a mãe sobre o meu rosto. E a mãe ligou-me depois. Padre, hoje contei ao meu filho o que ainda não achara oportuno ele saber. Se hoje tenho um filho lindo e perfeito devo-o à minha mãe, que, na sua gravidez do meu ser, estivera prestes a abortar. Sabia que eu não tinha as condições melhores para a minha existência. Não as explicou e eu entrevi pelo que conheço dela. Pareceu-me que as palavras estavam molhadas, mas não vi porque o telefone não mostra. A sua mãe não se arrependera de lutar, e quase todos os dias ela dá graças a Deus e à mãe pela sua opção. Por isso, dizia-me, o meu filho é resultado do meu não aborto.
A mim calou-me. A ele não sei.

No blog: Confessionário de um padre